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Correio de Coimbra

Estatuto editorial

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1. O “Correio de Coimbra” é uma publicação semanal propriedade do Seminário Maior da Sagrada Família de Coimbra.

2. Os objetivos da publicação passam pela informação generalista, atenta às realidades regionais, e pela leitura dos acontecimentos, no respeito pela doutrina social da Igreja e pelo humanismo cristão.

3. Com uma postura plural, esta publicação privilegia o debate de temas sociais e humanos, cabendo a responsabilidade dos artigos, sempre que assinados, aos seus autores.

4. Com expansão regional, pretende dar cobertura aos acontecimentos de uma vasta área da zona centro do País, dirigindo-se preferencialmente às comunidades locais e seus emigrantes.

5. O “Correio de Coimbra” assume o compromisso de “respeitar os princípios deontológicos da imprensa e da ética profissional, de modo a não perseguir apenas fins comerciais, nem abusar da boa fé dos leitores, encobrindo ou deturpando a informação”.

Mensagem Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz 2016

VENCE A INDIFERENÇA E CONQUISTA A PAZ

1. Deus não é indiferente; importa-Lhe a humanidade! Deus não a abandona! Com esta minha profunda convicção, quero, no início do novo ano, formular votos de paz e bênçãos abundantes, sob o signo da esperança, para o futuro de cada homem e mulher, de cada família, povo e nação do mundo, e também dos chefes de Estado e de governo e dos responsáveis das religiões. Com efeito, não perdemos a esperança de que o ano de 2016 nos veja a todos firme e confiadamente empenhados, nos diferentes níveis, a realizar a justiça e a trabalhar pela paz. Na verdade, esta é dom de Deus e trabalho dos homens; a paz é dom de Deus, mas confiado a todos os homens e a todas as mulheres, que são chamados a realizá-lo.

Conservar as razões da esperança

2. Embora o ano passado tenha sido caracterizado, do princípio ao fim, por guerras e actos terroristas, com as suas trágicas consequências de sequestros de pessoas, perseguições por motivos étnicos ou religiosos, prevaricações, multiplicando-se cruelmente em muitas regiões do mundo, a ponto de assumir os contornos daquela que se poderia chamar uma «terceira guerra mundial por pedaços», todavia alguns acontecimentos dos últimos anos e também do ano passado incitam-me, com o novo ano em vista, a renovar a exortação a não perder a esperança na capacidade que o homem tem, com a graça de Deus, de superar o mal, não se rendendo à resignação nem à indiferença. Tais acontecimentos representam a capacidade de a humanidade agir solidariamente, perante as situações críticas, superando os interesses individualistas, a apatia e a indiferença.

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Homilia de D. Virgílio Antunes na Missa de Abertura da Porta Santa

ANO SANTO DA MISERICÓRDIA

ABERTURA DA PORTA SANTA DO JUBILEU DA MISERICÓRDIA – SÉ NOVA

III DOMINGO DO ADVENTO B

Caríssimos irmãos e irmãs!

Abrimos, hoje, solenemente, na Diocese de Coimbra, a Porta Santa do Jubileu da Misericórdia, um sinal visível do convite que o Senhor nos faz a entrarmos por ela e sermos salvos. Este é um momento privilegiado de graça que Deus nos concede por meio da sua Igreja e fruto da iniciativa inspirada do Papa Francisco.

Queremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que este ano jubilar chegue ao coração e à vida da Igreja, de cada comunidade e de cada fiel cristão, pois a misericórdia de Deus é sem fim e deve chegar a todos. Desejamos também que, por meio da Igreja, a graça do jubileu chegue às variadas realidades do mundo e às periferias existenciais da humanidade, onde se encontram muitos que nem sequer ousam esperar que Deus se lembre deles e olhe para eles.

Que esta Porta Santa nos incentive a ir ao encontro de Deus, em caminho de conversão, e a ir ao encontro dos irmãos como mensageiros da misericórdia. Entrar por ela significa aproximar-se de Deus, que tomou a iniciativa de vir ao nosso encontro; sair por ela significa partir com o desejo de se converter, de transformar a Igreja e o Mundo segundo os desígnios de misericórdia do nosso Deus.

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Abertura do Santuário da Reconciliação - Homilia D. Virgílio Antunes

ANO SANTO DA MISERICÓRDIA

ABERTURA DO SANTUÁRIO DA RECONCILIAÇÃO – IGREJA DE SANTA CRUZ

Caríssimos irmãos e irmãs!

Ao longo deste Ano Jubilar esta Igreja de Santa Cruz de Coimbra será o Santuário Diocesano da Reconciliação. Desejamos, por isso, que seja um símbolo do perdão de Deus, acessível a todos os homens que, conhecendo a força da Sua misericórdia, se disponham a acolhê-la.

Esta Igreja será lugar privilegiado da oração a pedir o dom do encontro com o rosto misericordioso de Deus, o reconhecimento dos próprios pecados e a conversão ao amor de Deus e dos irmãos; será também o lugar da celebração do Sacramento da Penitência, pelo qual nos abeiramos de Cristo, pedimos perdão pelos nossos pecados e recebemos a absolvição pelo poder deixado à Igreja na pessoa dos sacerdotes.

As três parábolas da misericórdia no evangelho de S. Lucas oferecem-nos uma síntese de tudo o que a Escritura nos revela sobre a misericórdia e o perdão de Deus. Acreditamos num Deus que se comove, que se entristece e sofre ao ver os seus filhos perdidos nos caminhos da destruição de si mesmos e dos outros, ao ver os seus filhos sofrer as consequências dos seus pecados.

Saliento três momentos centrais deste processo de reconciliação presente no Evangelho de Lucas.

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Abertura do santuário de Santa Maria, Mãe de Misericórdia

ANO SANTO DA MISERICÓRDIA
ABERTURA DO SANTUÁRIO DE SANTA MARIA, MÃE DA MISERICÓRDIA

Caríssimos irmãos e irmãs
Este é o primeiro ato celebrativo do Ano Santo da Misericórdia a nível diocesano, após a abertura da Porta Santa em Roma, que o Papa Francisco quis que fosse no dia 8 de dezembro, a Solenidade da Imaculada Conceição.

Este dia foi escolhido, porque, como ele nos disse na Bula O Rosto da Misericórdia, “Esta festa litúrgica indica o modo de agir de Deus desde os primórdios da nossa história. Depois do pecado de Adão e Eva, Deus não quis deixar a humanidade sozinha e à mercê do mal. Por isso, pensou e quis Maria santa e imaculada no amor (cf. Ef 1, 4), para que Se tornasse a Mãe do Redentor do homem. Perante a gravidade do pecado, Deus responde com a plenitude do perdão. A misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado, e ninguém pode colocar um limite ao amor de Deus que perdoa.”

 

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D. Virgílio Antunes à Universidade

SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO

PADROEIRA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA - MISSA NA SÉ NOVA

Celebramos a Solenidade da Imaculada Conceição no dia em que o Papa Francisco dá início ao Ano Santo da Misericórdia e abre, na Basílica de S. Pedro, a Porta Santa do Jubileu. Esta coincidência desejada pelo Papa ajuda-nos a compreender a finalidade última da revelação bíblica enquanto caminho para o conhecimento de quem é Deus e como é Deus na sua relação com a humanidade. Deus é amor em si mesmo e vem ao nosso encontro com palavras e gestos de misericórdia.

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